Temos três grandes sustentações teóricas para as práticas psicoterapêuticas na psicologia: o behaviorismo (psicologia comportamental), a psicanálise e a fenomenologia.
Cada uma delas tem também seus desdobramentos, a psicologia comportamental abrange a análise-comportamental, a TCC (terapia cognitivo comportamental); a psicanálise abrange vertentes como freudiana, winnicotiana, lacaniana, kleiniana, entre outras; e a fenomenologia abrange os pensamentos da Dasein Analyse, do existencialismo, da ACP (abordagem centrada na pessoa).
É dessa terceira linha que minha prática psicoterapêutica se aproxima: ao deparar com o fenômeno (o atendimento psicológico de uma pessoa ou grupo), permitir a experiência daquela singularidade, compreendendo as dificuldades e as potencialidades, sendo "agente de transformação da sua própria vida".
A metodologia psicoterapêutica é o encontro dialógico empático, com o devido sigilo profissional (que a categoria psicológica responde em seu Código Profissional de Ética) e que proporciona à pessoa atendida o adequado acolhimento para trazer à tona o que lhe for necessário para sentir, falar, pensar, elaborar. Dentro desse acontecimento, a pessoa psicoterapeuta, com sua escuta profissional, elaborada e acolhedora proporciona e acompanha a transmutação desse processo. Não há tempo mínimo nem máximo para estes acompanhamentos, podem ocorrer em um único encontro ou diversos encontros por meses ou anos. Para um processo psicoterapêutico recomenda-se encontros semanais com sessões de 50 minutos.


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